quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um belo enredo, tudo dá certo


Eu não sou de fazer resenhas de filmes e livros, mas assisti um filme que me deixou... satisfeito de ter assistido. Sabe, quando você vai ao cinema e fica feliz por ter pago o ingresso de um filme que te fez ver uma obra de arte. Foi assim que eu me senti quando vi o filme Cavalo de Guerra.

Eu tenho a mania de ver filmes, não pela atuação dos atores ou se ele tem efeitos especiais ou não. Eu presto a atenção na montagem estrutural da história, nos diálogos dos personagens, nas paisagens em que se passa o enredo. Também verifico o peso da emoção, que o filme vai proporcionar. E o Cavalo de Guerra conseguiu transmitir tudo que eu precisava, para dizer que foi bem montado.



As cenas bem trabalhadas e nada forçada, fez do cavalo e de seu dono o centro das atenções. A essência da amizade através das fronteiras e dos anos, deu um charme todo especial ao filme. Um filme de amor pleno, sem casal se beijando, mas tocante em seu ser. Um rapaz e um animal sofridos pelo destino da guerra. Porém, este mesmo destino os uniu pelas mãos de estranhos, que reconheceram o elo forte que os atraíam.
Fora a flamula do pai do rapaz, que fez identificar a amizade deles até quando estavam quase se separando de vez. Deu um toque a mais no fechamento do filme.
Um belíssima película para assistir no sossego do lar e esquecer um pouco os problemas cotidianos. Uma bela estória, uma boa fotografia e atores que deram conta do recado.

Tudo começa em 1914, Joey, um potro com um sinal em forma de cruz no focinho, é vendido ao exército e enviado à Europa, onde se desenrola a Primeira Guerra Mundial. Entregue a um oficial, o animal se torna um cavalo de batalha, testemunhando o horror do conflito na França. A coragem de Joey toca os soldados, enquanto o cavalo sofre pela ausência de Albert, o filho do fazendeiro que ele deixou para trás.




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